Câmara aprova política nacional de resíduos sólidos onde, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes terão de investir para colocar no mercado artigos recicláveis e que gerem a menor quantidade possível de resíduos sólidos. Os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes terão de investir para colocar no mercado artigos recicláveis e que gerem a menor quantidade possível de resíduos sólidos. O mesmo se aplica às embalagens.

O processo de recolhimento desses materiais, sua desmontagem (se for o caso), reciclagem e destinação ambientalmente correta é conhecido como logística reversa. Para realizar essa logística, os empresários poderão recorrer à compra de produtos ou embalagens usados, atuar em parceria com cooperativas de catadores e criar postos de coleta.
Se a empresa de limpeza urbana, por meio de acordo com algum setor produtivo, realizar essa logística reversa, o Poder Público deverá ser remunerado, segundo acordo entre as partes.

Proibições:
Serão proibidas práticas como o lançamento de resíduos em praias, no mar ou rios e lagos; o lançamento a céu aberto sem tratamento, exceto no caso da mineração; e a queima a céu aberto ou em equipamentos não licenciados.
O texto proíbe também a importação de resíduos perigosos ou que causem danos ao meio ambiente e à saúde pública.
A regra sobre a disposição final adequada dos rejeitos deverá ser implementada em até quatro anos após a publicação da lei, mas os planos estaduais e municipais poderão estipular prazos diferentes, com o objetivo de adequá-los às condições e necessidades locais. Essas informações foram passadas para mim hoje via email, com certeza um grande passo rumo a um país mais organizado e mais preocupado com o meio ambiente.

De acordo com o Relatório de Brundtland, sustentabilidade é: “suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”. o Relatório de Brundtland foi publicado em 1987 e faz parte de uma serie de iniciativas anteriores a agenda 21. O relatório aponta para a incompatibilidade entre o desenvolvimento sustentável e os padrões de produção e consumo vigentes.

Gro Harlem Brundtland é uma política, diplomata e médica norueguesa. Ela foi nomeada ministra do meio ambiente em 1974, onde em 1981 foi nomeada primeira ministra da Noruega, ocupado posteriormente o cargo de primeira ministra da Noruega. Entre 1983 e 1987 presidiu a comissão Brundtland, organizada pela organização das noções unidas (ONU) dedicada ao estudo do meio ambiente e a sua relação com o progresso.

A preocupação com o progresso desenfreado levou a diplomata norueguesa a elaborar esse relatório, que leva o seu nome, a fim de abrir os olhos das grandes organizações mundiais sobre o consumo abusivo dos recursos naturais existentes no planeta. Através desse relatório chegou-se ao termo sustentabilidade ambiental, que, como foi dito sugere o uso dos recursos ordenadamente sem que comprometa as gerações futuras de usufruir dessas riquezas.

O desenvolvimento é sempre necessário, o importante nesse desenvolvimento é preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais. Mas o que se pode observar por ai é o uso demasiado de vários  recursos naturais, no intuito apenas de benefícios próprios sem pensar nas gerações vindouras. Finalmente não estão preocupados de como vão deixar o planeta para seus filhos, netos e assim por diante. Devemos abrir os olhos e cuidar mais, ao invés de ficar apenas retirando recursos naturais do nosso meio ambiente.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sustentabilidade

Seria esta uma ferramenta usada por algumas empresas para mostrar à sociedade a preocupação com o meio ambiente ou realmente os empresários criaram essa consciência ambiental?

Algumas empresas estão realmente engajadas na batalha que visa sanar esse problema que atingiu proporções gigantescas. Ações como estas se dão porque vários setores da sociedade estão cobrando uma responsabilidade ambiental junto às empresas de médio e grande porte.

Alguém acha que determinados empresários deixariam de gerar capital para não agredir o meio ambiente, esse empresários gastariam uma boa grana para implantar o SGA (Sistema de Gestão Ambiental) na sua empresa?

Sinceramente eu acho que a resposta é NÃO, nesse mundo onde o capitalismo predomina, que homem poderoso vai se preocupar com o meio ambiente… Não estão nem ai para às gerações futuras e ignoram de todas as formas a” sustentabilidade”, termo que vamos discutir no próximo post, aguardem…


Antes mesmo de discutir sobre o assunto, é preciso entender o singnificado de cada palavra. Moral um conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes, valores que norteiam o comportamento do indivíduo no seu grupo social, já a ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade.

Muitas vezes a ética de cada ser é colocada em prova devido a uma moralidade pré – estabelecida imposta pela sociedade, como foi visto no texto anterior vivemos numa sociedade discriminatória onde as pessoas não estão abertas para coisas novas, sempre seguindo um padrão imposto pela elite.

É necessário ser ético, não perdendo a essência de cada um, mas sempre respeitando o espaço do próximo, para que a moral não seja tão afetada nem tão pouco agredida. Então fica o questionamento se é necessário deixar a ética de lado para seguir uma moral imposta a nós…

Estudos sobre a diversidade de cada cultura, sustenta a hipótese de que entre as diferentes culturas existem relações de poder que devem ser questionadas. “Os estudos culturais pretendem que suas análises funcionem como uma ferramenta de intervenção na vida política e social, sempre tomando partido dos grupos em desvantagem.” (Silva, 2002: 134)

Atitudes preconceituosa e excludentes contra mulheres, individuos sem propriedades… devem ser questionadas, para que, com isso sejam fundamentadas ações educativas comprometidas com a construção de uma escola democrática. A contestação às narrativas Eurocêntricas é um bom ponto de partida para esse processo de democratização da escola.

Esse tipo de estudo prega a aceitação ao diverso, o diferente  e o múltiplo, não aceitando imposições feitas pelos colonizadores europeus. Uma visão mais ampla das coisas, e não apenas o certo e o errado, o feio e o bonito  etc; é um legado bem proveitoso enxergado através desses estudos.